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TFC - Políticas Públicas

Mise à Jour 13/08/18 21:32.

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 em construção                

2017 

 

 

Título  AS TRAJETÓRIAS DE UNIVERSITÁRIAS DE CAMADAS POPULARES NA FAIXA DE 35 A 50 ANOS: UMA ETNOGRAFIA DE LUTAS E SONHO
Aluno(a)  ALEXANDRA MARIA DE JESUS
Orientador(a)  profa. Dra. Suzane Alencar Vieira
Banca

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Resumo  

 

 

Título  IDENTIDADE E TRABALHO COLETIVO NAS COOPERATIVAS POPULARES: O PROCESSO DE INCLUSÃO SOCIAL DOS CATADORES E CATADORAS NA REGIÃO METROPOLITANA DE GOIÂNIA
Aluno(a)  ALBERTO CAMPOS DE OLIVEIRA FILHO
Orientador(a)  Prof. DR. JORDÃO HORTA NUNES
Banca

Profª Drª. Tatiele Pereira de Souza

Prof. Me. Fernando Antônio Ferreira

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Resumo  Este estudo buscou tratar do complexo universo dos catadores (as) de materiais recicláveis organizados sob as formas de associações e cooperativas de trabalho, a partir das peculiaridades provocadas pela rotina do trabalho cooperado. Vale destacar que, esses indivíduos estão inseridos em uma economia intitulada “solidária”, que busca a inclusão social de pessoas em estado de vulnerabilidade socioeconômica. Espera-se que, com a organização deste campo de trabalho na medida em que haja o apoio do poder público e privado e, ocorra a inclusão social dessas pessoas proporcionada pelo reconhecimento quanto à sua cidadania, com base na valorização da própria identidade cooperada e atividade laboral realizada por eles. Logo, o objetivo aqui será o de analisar se essas organizações de fato conseguem ser promotoras destes processos e como as dinâmicas de interação entre esses indivíduos cooperados são influenciadas pelo trabalho coletivo ou podem influenciá-lo. Tal pesquisa estudou as questões referentes ao fortalecimento e desenvolvimento dessas organizações com base no contexto local da Região Metropolitana de Goiânia, estado de Goiás. Para tanto, foi combinado o estudo de literatura sobre tais temas, análise documental, observação participante e aplicação de entrevistas semiestruturadas junto aos grupos de catadores e catadoras. Conclui-se que as cooperativas, embora todas as dificuldades visíveis ao nossos olhos, podem ser consideradas como espaços de inclusão e socialização para os catadores(as) .

 

 

Título  POLÍTICA PÚBLICA EDUCACIONAL: CMEI (CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL) E A SUA FUNÇÃO SOCIAL
Aluno(a) ANA KAROLINA DIAS SOUZA
Orientador(a)  Prof. Dr. PEDRO BARBOSA
Banca

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Resumo  A nossa pesquisa de Trabalho de Final de Curso (TFC) tem como objeto apresentar um estudo sobre análises das Políticas Públicas em educação infantil que têm sido implementadas nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) de Goiânia. Nesse contexto, nossa primeira abordagem será fazer uma reflexão sobre a trajetória da Educação Infantil no Brasil, depois falaremos sobre a Política Pública Infantil do CMEI, sua função social e importância. A pesquisa, também buscará realizar uma análise das práticas pedagógicas adotadas nos CMEIs e a importância da Gestão democrática e seus objetivos. Contudo no arcabouço teórico analisado, buscar-se-à refletir sobre a Política Pública Infantil: CMEI e se ela cumpre com a sua função social? Para o desenvolvimento deste estudo adotamos uma metodologia amparada no entendido da educação como forma de emancipação e libertadora de sujeitos vivos e capazes de construir uma educação democrática. Optamos primeiramente pela abordagem teórica diante da leitura de alguns autores que trabalham com textos temáticos sobre a antropologia da educação infantil, sociologia da infância e à Educação Infantil e as políticas públicas da educação infantil no Brasil. Em seguida, adotamos um trabalho de campo através da observação participante em um CMEI da cidade de Goiânia onde colhemos algumas entrevistas semi-abertas, em que os sujeitos co-participantes do processo de pesquisa puderam livremente manifestar suas opiniões. Pretendeu-se com essa metodologia captar a concepção de educação infantil oferecida às crianças, analisando a importância e responsabilidade do CMEI na tarefa social de educar e cuidar de crianças de seis meses a cinco anos e onze meses

 

 

Título  QUAL O NÍVEL DE IDENTIFICAÇÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE (ACSs) COM O IMPLEMENTADOR MUNICIPAL EM GOIÂNIA?
Aluno(a)  ANA KAROLINE COSTA DOS SANTOS
Orientador(a)  Profa Dra. FABINA DA CUNHA SADDI
Banca

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Resumo  A identificação e aproximação dos atores de linha de frente em relação às políticas elaboradas mostram-se importante para se compreender as falhas e sucessos de processos de implementação. Este trabalho objetiva verificar em que termos, no decorrer do processo de implementação da política publica, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) se identificam com a Estratégia Saúde da Família em Goiânia. Para tanto será construído o indicador “Níveis de identificação” (NI) do ACS. O indicador NI geral é extraídos das notas (médias) atribuídas pelos ACSs em relação a quatro grupos de sub-indicadores relacionados a barreiras/facilitadores para a implementação da ESF: Compreensão sobre a ESF (COMPR), Capacidade organizacional (CAORG), Interação da equipe (INTEA) e aproximação com o Estado (APREST). Foram aplicados questionários semiestruturados com 72 ACSs em 12 unidades de básicas de saúde que estão distribuídas em três distritos de Goiânia. Resultados dos dados quantitativos revelam que ACS possuem um NI geral de nível médio (Me todas barreiras = NI geral = 5,8), dado sobretudo a avaliação mais baixa que efetuam do CAORG (NI = 4,73) e APREST (NI = 4,10).

 

 

Título  TRABALHO INFORMAL DE VENDAS DIRETAS DE COSMÉTICOS:
"BICOS" NA TRAJETÓRIA BIOGRÁFICA E OCUPACIONAL
Aluno(a) EUZÉLIA MARTA RIBEIRO AZEVEDO
Orientador(a)  Professor Dr. Jordão Horta Nunes
Banca


Profa. Dra. Eliane Gonçalves

 

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Resumo  A atividade de venda direta de cosméticos é um meio de adquirir renda ou na melhor das hipóteses, complementar a renda oriunda do trabalho formal, uma vez que este na maioria das vezes, paga um salário que não atende as necessidades das mulheres aqui investigadas. Fato que faz com que a informalidade no mercado de trabalho cresça significantemente no Brasil. As principais questões abordadas neste trabalho são, uma breve análise a cerca do consumo de produtos de beleza e de como este mudou no decorrer das décadas, a forma de venda, do de porta em porta para os catálogos e pronto entregas. A caracterização do trabalho informal no contexto teórico e o vulgo “bico”. O objetivo desta pesquisa é estudar o trabalho informal relativo a venda direta de produtos cosméticos com o cadastramento feito pelas empresas de cosméticos de suas consultoras, suas caracterizações e consequências, como a forma de flexibilização e precarização do trabalho, no mercado contemporâneo. Outra pretensão é realizar uma breve revisão teórica a cerca da emancipação da mulher e a divisão sexual do trabalho, principalmente no trabalho informal.

 

 

Título Reforma Administrativa e Qualidade Burocrática: um estudo do Brasil contemporâneo
Aluno(a) Núbia Mesquita de Lima
Orientador(a) Profª Drª Ana Karina Pereira
Banca

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Resumo A proposta deste trabalho é realizar uma análise dos impactos das reformas administrativas, no Brasil contemporâneo, na qualidade burocrática. Este debate é influenciado pelas perspectivas neoweberiana – que defende que certas características da burocracia representam elementos essenciais para a capacidade estatal - e da escolha pública - em que o burocrata é entendido como um maximizador de seus interesses individuais, sendo propenso à corrupção. Assim, o objetivo deste trabalho é investigar, a partir da revisão de literatura e de normativas específicas, se as reformas administrativas contemporâneas estimularam o surgimento de uma burocracia que se alinha aos pressupostos weberianos ou se produziu uma administração pública que se comporta como as previsões da vertente da escolha pública. Esta análise é realizada a partir da ênfase nas seguintes características da burocracia: recrutamento meritocrático; profissionalização; aversão à corrupção; agilidade e proatividade. O foco do trabalho recai em dois momentos específicos vividos no País: as reformas dos governos de Fernando Henrique Cardoso (1995 a 2002) e Luiz Inácio Lula da Silva (2003 a 2010).

 

 

Título  INTÉRPRETES DA LÍNGUA INDÍGENA NAS ESCOLAS REGULARES NO ESTADO DE GOIÁS 2015 A 2017
Aluno(a)  VALÉRIA CAVALCANTE DA SILVA SOUZA
Orientador(a)  Prof. Drº. Alexandre Ferraz Herbetta
Banca


Prof.ª: Dr.ª Mônica Thereza Soares Pechincha

 

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Resumo  Esta monografia tem como objetivo discorrer sobre a Educação Escolar Indígena oferecida no Brasil, situar os avanços, as implicações ocorridas neste processo desde o período colonial até os dias atuais para analisar a proposta do Estado de Goiás com o contrato de professores indígenas intérpretes na língua materna que desenvolvem um trabalho bilíngue com estudantes nas escolas estaduais regulares, referentes a Coordenação Regional de Educação, Cultura e Esporte de Piranhas especificamente no município de Aragarças entre os anos de 2015 à 2017. De acordo com os objetivos levantados esta
pesquisa etnográfica e bibliográfica está fundamentada em artigos científicos, livros, legislação, dados documentais da Secretaria de Educação e Cultura do Estado de Goiás, sites do governo federal com informações relevantes que apontam o distanciamento entre a legislação, a realidade das escolas ou extensões indígenas e a inclusão destes estudantes que saem de suas aldeias para a cidade por diversos fatores e são matriculados nas escolas públicas regulares de Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos. Este trabalho monográfico se completa com a observação das práticas pedagógicas no acompanhamento das atividades escolares com os professores interprete na língua xavante nas unidades estaduais de Aragarças. Está explicito neste contexto de educação escolar indígena que o desafio é implementar políticas públicas e garantir o cumprimento das leis existentes voltadas especificamente para a qualidade da educação escolar indígena nas aldeias e, por consequência, proporcionar a formação de professores indígenas, a permanência dos estudantes indígenas nas comunidades para desenvolverem trabalhos em benefício do seu povo e de acordo com os aspectos interculturais na comunidade. Porém, se faz necessário refletir sobre a inclusão dos estudantes que por diversos motivos procuram a zona urbana para estudar. É provável que estes estudantes devam ser acolhidos pelos Estados e Municípios com uma proposta de educação escolar linguística que incluem indígenas e imigrantes, respeitando sua condição de migração a qual a Constituição Federal 1988 garante o direito de ir e vir de qualquer cidadão.

 

 

 

2016

Título O TRABALHO DE MÚSICOS E AS LEIS DE INCENTIVO A PROJETOS CULTURAIS
Aluno(a) Dercideo Soares Ferreira
Orientador(a) Prof. Jordão Horta Nunes
Banca Prof.
Prof.
Arquivo PDF (aqui)
Resumo O presente trabalho refere-se a uma análise dos músicos trabalhadores que em algum momento de sua vida acessam as Leis de incentivo a projetos culturais, conhecidas popularmente como “Lei Rouanet”, para captação de incentivos fiscais que possibilitam a materialização de um produto ou serviço musical, nos moldes de projetos submetidos ao Estado brasileiro. Trata-se de uma temática de suporte para a sociologia do trabalho, visto que é um “recente” cenário em que o músico está inserido e reconhecido, sobre o qual não há muitas análises na área da sociologia. A pesquisa torna-se relevante, uma vez que tramita no congresso a mudança da Lei Rouanet, e os escândalos apontados pela polícia federal no Brasil no final de 2016. Foi adotada nesta pesquisa uma análise quantitativa descritiva de todos os projetos submetidos no Ministério da Cultura pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura, que desenvolveu o sítio NovoSalic como ferramenta de controle e submissão dos projetos culturais. Os projetos foram extraídos do sítio a partir de uma técnica de mineração de dados, em que foram retirados todos os projetos culturais na área da música entre o período de 2010 até 2016. Após uma revisão bibliográfica, e conforme apontamento de dados estatísticos, entende-se que o Estado é uma figura protecionista para os segmentos culturais que ele considera como sendo segmentos que não são facilmente absorvidos pelo mercado, e como consequência, e diferentemente do que muitas pessoas acreditam, os segmentos de música instrumental e música erudita são os que mais possuem projetos submetidos e executados pela Lei Rouanet.

  

Título O NOSSO ESTRANHO AMOR. Uma etnografia sobre as sociabilidades do Amor Livre na cidade de Goiânia, Goiás.
Aluno(a) JOÃO FRANCISCO FERREIRA VIANA
Orientador(a) Profª Dra. Maria Luiza Rodrigues Souza.
Banca
Prof. Dr. Camilo Albuquerque de Brazrof. Dra. N
Arquivo PDF (aqui)
Resumo Este trabalho final de curso é uma investigação de cunho antropológico sobre amor livre. O trabalho de campo etnográfico consistiu em observação etnográfica entre os anos de 2014 e 2015 em encontros presenciais promovidos por pessoas que praticam esta forma de relacionamento afetivo-amoroso não monogâmico e que moram na cidade de Goiânia/GO. O objetivo da pesquisa procurou compreender o que é amor livre para estes sujeitos e como eles se organizam enquanto grupo que se posiciona contra normatividades sociais tais como a monogamia e a heteronormatividade. Tal exercício etnográfico me proporcionou refletir não só sobre o grupo em si, como também sobre políticas públicas de saúde, tendo em vista que estas, do ponto de vista de muitos/as praticantes do amor livre, reproduzem e reforçam estereótipos e normatizações de uma cultura monogâmica e heteronormativa, que são o pano de fundo da crítica política do amor livre.

 

Título OS MOVIMENTOS SOCIAIS NA ERA DA ACUMULAÇÃO INTEGRAL
Aluno(a) GABRIEL TELES VIANA
Orientador(a) Prof. Dr. Nildo Viana
Banca

Arquivo Veja aqui PDF
Resumo A presente monografia objetiva estudar os movimentos sociais no regime de acumulação integral. Para tanto, destaca-se três determinações que são elementos constituintes da teoria dos regimes de acumulação que podem influenciar os movimentos sociais: o processo de valorização do capital, a forma estatal e as relações internacionais. Nesse sentido, ancora-se tanto em uma teoria dos movimentos sociais quanto numa teoria do desenvolvimento do capitalismo numa perspectiva marxista que contribuem para o processo analítico do fenômeno estudado.

  

 

 

Título RAÇA, POLÍTICA E BELEZA NAS MÍDIAS DIGITAIS: UMA INTERPRETAÇÃO ANTROPOLÓGICA A PARTIR DO INSTAGRAM
Aluno(a)  NAYAMA MIELLE LIMA SILVA
Orientador(a) Prof. Dr. Camilo Albuquerque de Braz
Banca

 Profa. Dra. Eliane Gonçalves

Profa. Dra. Camila Wichers

Arquivo  veja aqui 
Resumo  Considerando o corpo informado socio-culturalmente, neste trabalho faço uma interpretação antropológica do repertório simbólico de imagens e discursos em torno da rede social Instagram a partir dos estudos de gênero, raça, política e beleza feminina. Para isso analisei alguns perfis de mulheres que se intitulam blogueiras e modelos, bem como do perfil "Encrespa Geral", ambos inseridos nessa rede. A principal questão abordada neste trabalho se trata das permanências e mudanças em torno das representações sobre a beleza feminina a partir redes sociais, o que articula dinâmicas de consumo, política e mídias digitais. Levando em conta que nem todas as mulheres que acessam essa rede se adequam com a forma predominante de representação estética exposta nessa rede, o perfil "Encrespa Geral" visa quebrar com os padrões de beleza de mulheres estabelecidos pela mídia, valorizando características estéticas de mulheres negras. A partir disso busquei fazer uma problematização sobre a possível influência que os alguns perfis de modelos e blogueiras e do EG fazem na construção da autoimagem das mulheres e também enfatizar as principais representações de beleza contidas nesses perfis.

 

 

 

Título REPRESENTAÇÕES SOCIAIS: POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS E A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA SOBRE DROGAS
Aluno(a) Flávia Martins Alchuffi
Orientador(a) Prof. Ms. Guilherme Borges da Silva
Banca Profa.  Franciele Silva Cardoso
Prof. Ricardo Barbosa de Lima
Profa. Najla Franco Frattari
Arquivo PDF (aqui)
Resumo Este trabalho realiza uma análise sobre as representações sociais que a Polícia Militar do Estado de Goiás constrói em torno das substancias psicoativas, das políticas sobre drogas e, por fim, da legislação sobre drogas, como essa lei de drogas é inserida na prática pela polícia militar que é a principal responsável pelos flagrantes de drogas?

  

 

 

 

 

 

 

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