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TCCs Museologia (2015)

Atualizado em 23/04/16 02:30.

2015 (3 arquivos)

 

Título Todo dia é uma resistência: uma proposta de museologia comunitária LGBT em Goiânia                                              
Aluno(a) Alex de Oliveira Fernandes
Orientador(a) Prof. Jean Tiago Baptista
Banca Profa. Camila Azevedo Moraes Wichers
Prof. Rildo Bento de Souza
Museólogo Tony William Boita
Arquivo PDF (aqui)
Resumo As cenas dos museus goianos que me vem à memória são as comunidades indígenas, quilombolas e populares, com as suas vestimentas, cultura, língua, ritos e comportamentos. Mediante esse cenário venho questionar onde está a minha comunidade LGBT (lésbicas, gays, travestis, transexuais, transgêneros)? Cadê a língua pajúba? Cadê a vestimenta das drag queens? Cadê o homem goiano gay? Cadê a mulher feminista lésbica? Cadê as travestis e as transexuais? Fico a refletir como futuro museólogo: Onde esta a minha comunidade nessas instituições públicas? É como se não existissem. Contudo, como parte dessa comunidade, afirmo com propriedade que existimos. Existe uma cultura própria, a nossa língua, a nossa história e a nossa memória. Merecemos estar nos museus goianos não para perpetuar a nossa comunidade, mas sim para que existam discussões sobre nós, diminuindo a homofobia existente, mostrando que somos heróis em uma sociedade que ao ver o diferente o extermina por isso. Em conjunto, as informações elencadas servem para fundamentar que a comunidade LGBT, na qualidade de detentora de uma memória própria, apresenta as condições necessárias para ocupar espaços museológicos ou possuir seu próprio museu. Para tal, propõe-se a construção de um Museu de Percurso, traçando os caminhos já percorridos por nós LGBT, de forma que se possa identificar e valorizar o seu patrimônio.

 

Título Rumo à Musealização do Objeto: O ampliador Fotográfico de Alois Feichtenberger
Aluno(a) Daniela Barra Soares
Orientador(a) Profa. Dra. Vânia Dolores Estevam de Oliveira
Banca Profa. Dra. Vera Regina Barbuy Wilhelm
Prof. Ms. Glauber Guedes Ferreira de Lima
Arquivo PDF (aqui)
Resumo  Propor a muselização do ampliador fotográfico do fotógrafo Alois Feichtenberger. Situar o objeto enquanto acervo do Museu da Imagem e do Som de Goiás e propor meios que possibilitem sua preservação dentro da instituição. Sugerir etapas para a salvaguarda desse equipamento fotográfico

 

Título Um Nó Museológico: Reflexões Sobre Ausências e Museus
Aluno(a) Samarone da Silva Nunes
Orientador(a) Prof. Ms. Glauber Guedes Ferreira de Lima
Banca Profa. Dra. Camila Azevedo de Moraes Wichers
Profa. Dra. Maria Luíza Rodrigues Souza
Arquivo PDF (aqui)
Resumo O presente trabalho busca estabelecer uma discussão das relações da museologia com o desejo de inclusão das minorias nos museus e as dificuldades que estão presentes nesse processo. Traz também algumas análises sobre as lacunas observadas em parte dos discursos museológicos e silenciamento provoca a necessidade de um olhar detido sobre quais representações minorias sociais podem almejar nessas construções discursivas. Esse debate consiste em uma exploração do campo museológico a partir de duas autoras valiosas para o entendimento dessa discussão, Sally Price, que expõe o caso do Quai Branly e Bridget R. Cooks escreve sobre a reação dos ativistas negros contra a exposição “Harlem on My Mind” no Museu Metropolitano de Arte - Met de Nova Iorque. O Museu constrói ligações com a Memória, o Patrimônio e, por conseguinte, com o processo de construção de identidades, e opera nessas ligações como dispositivo de controle e disciplina para as identidades culturais com as quais dialoga quer seja negros, indígenas, comunidade LGBTT e mulheres. Para isso, trabalharemos com o conceito de subalternidade utilizado a partir do que é discutido por Gayatry C. Spivak. Também, nos inspiraremos em como a Teoria Queer, elabora uma análise sobre a sexualidade e construção do sujeito em meio a tais discursos inclusivos, implicando desvelamento de um problema de normatização aberta a ser discutida pela militância de grupos minoritários. Apresento, por fim, a experiência do Museu Molecular como uma possível alternativa ao impasse do museu disciplinar.

 

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